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BMG (BMGB4) explica como quer aumentar a quantidade de pagamentos de JCP no ano e ao máximo valor possível

O Banco BMG (BMGB4) se autodenomina uma “fintech de 90 anos” ou simplesmente “fígital”, uma mistura do mundo físico e do digital que aposta em parcerias com grandes varejistas, clubes de futebol e nos MEIs (microempreendedores individuais) para evoluir.

Com longo histórico no empréstimo consignado, voltado ao público aposentado, o BMG agora tem ganhado cada vez mais clientes jovens atraídos pelas facilidades da conta digital e diferenciais como cashback no débito e no crédito, segundo a CEO do banco Ana Karina Bortoni.

“O caminho que pavimentamos está nos levando para a direção e os objetivos que esperávamos atingir”, disse a executiva em live do InfoMoney. Ela ressaltou que no quarto trimestre de 2020, 87% dos novos clientes do BMG vinham atrás de consignado, um percentual que caiu para 56% nos últimos três meses do ano passado.

“A diversificação dos nossos clientes é uma vantagem competitiva do BMG. Nossas contas digitais cresceram mais de 2 vezes no período, em grande parte devido às parcerias estabelecidas com varejistas e clubes de futebol”, afirmou.

A live faz parte do projeto Por Dentro dos Resultados, em que o InfoMoney entrevista CEOs e diretores de importantes companhias de capital aberto, no Brasil ou no exterior. Eles falam sobre o balanço do quarto trimestre de 2021 e sobre perspectivas. Para acompanhar todas as entrevistas da série, se inscreva no canal do InfoMoney no YouTube.

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Especificamente sobre parcerias, a CEO do BMG disse que há três ou quatro novos contratos no pipeline e que devem ser anunciados em breve. Ana citou ainda que olhar para os MEIs, chamados de “pejotinhas” no BMG, é outro diferencial do banco. “Nenhuma outra grande instituição financeira vai querer fazer a folha de pagamento de um microempreendedor com cinco ou seis funcionários.”

“Um banco maior pode não ter a velocidade que esses pequenos varejistas precisam, enquanto um banco de menor porte pode não ter a proposta que eles esperam. Nesse ponto, as parcerias que o BMG estabeleceu viabilizaram uma proposta de valor completa, com a experiência do banco físico que é complementada com os serviços digitais”, completou.

Danilo Herculano, superintendente de relações com investidores da companhia, disse que o objetivo do banco não é só trazer novos clientes, mas também ampliar a jornada deles dentro do banco oferecendo serviços complementares aos que eles vieram buscar na instituição financeira.

A primeira etapa dessa estratégia, diz, é trazer o cliente para o cartão de crédito e a conta digital. “Esse cliente vem com um cross-selling de produto, que é o crédito, e nós oferecemos uma gama de produtos e serviços novos para criar uma jornada mais fluida.”

Herculano falou ainda sobre a intenção do banco de pagar o “máximo possível” em JCP (juros sobre o capital próprio) aos acionistas do BMG, e que a companhia estuda uma forma de realizar mais pagamentos no decorrer do ano, em vez de centralizar o payout em um único pagamento anual.

“O banco está no seu segundo pagamento de JCP como companhia listada. A gente vem evoluindo nosso processo de governança. Neste ano foi quando a gente teve essa reflexão de quebrar pelo menos por trimestres ou semestral, mas ter um pagamento de JCP mais fluído”, afirmou o superintendente de RI do BMG.

Ana e Herculano falaram ainda sobre a rede de franquias Help, a expansão da base de correspondentes, a diversificação do portfólio de produtos, as possibilidades de capitação de recursos, os projetos de fusões e aquisições e o controle da inadimplência através de crédito mais garantido, como aquele atrelado ao FGTS. Assista à live completa acima, ou clique aqui.

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